ONSPEED
No Result
View All Result
ONSPEED
  • ENTRETENIMENTO
  • LIFESTYLE
  • MUNDO
  • ESPORTES
  • NOTÍCIAS
  • ECONOMIA
  • BRASIL
  • POLÍTICA
  • TECNOLOGIA
No Result
View All Result
ONSPEED
No Result
View All Result
Home ECONOMIA

STF deve julgar ações sobre bets, marco da internet e trabalho para apps em 2025

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O STF (Supremo Tribunal Federal) prevê uma pauta cheia de casos de relevo na economia para 2025. Estão previstos julgamentos sobre temas com impacto ao governo e à vida do cidadão, como casos ligados ao Orçamento federal e à publicidade de alimentos nocivos à saúde.

O Supremo tem no horizonte também temas tributários bilionários, debates na área da saúde e uma ação referente às bets. Aguarda-se, ainda, a definição sobre o Marco Civil da Internet, as emendas parlamentares e as questões ambientais ligadas às queimadas e incêndios.

Em setembro, o atual presidente Luís Roberto Barroso deixa a presidência da corte e Luiz Edson Fachin assume o posto. É prerrogativa do presidente definir a pauta do plenário –os relatores podem levar os próprios casos ao ambiente virtual. Um dos processos que ele pretende concluir antes de deixar o cargo é o do Marco Civil da Internet.

Até o momento, três votos foram dados para ampliar a responsabilidade das plataformas por conteúdos de terceiros. No fim da penúltima sessão antes do recesso, André Mendonça pediu vista, suspendendo a análise. Regimentalmente, ele tem 90 dias para devolver o caso ao colegiado. Ainda assim, Barroso, ao encerrar a sessão, pediu ao ministro para não segurar a matéria por muito tempo.

“Gostaria de o mais rápido o possível avançar em uma solução. É uma questão aflitiva neste momento, para a gente estabelecer limites. Vossa excelência é extremamente diligente, que eu bem sei, de modo que imagino que com a brevidade possível nós retomaremos”, disse.

Ainda no primeiro semestre, os magistrados podem decidir a ação que trata das apostas online. O relator, Luiz Fux, disse em novembro querer medidas jurídicas para proteger os mais vulneráveis e os mais afetados com prejuízos pelas bets.

No dia 14, o tribunal confirmou a decisão provisória de Fux que determinou ao governo Lula (PT) fixar ferramentas para impedir beneficiários de programas sociais de usarem recursos do Bolsa Família e do BPC (Benefício de Prestação Continuada) em apostas esportivas. O caso precisa ser debatido de forma definitiva.

Flávio Dino, por sua vez, espera concluir imbróglio das emendas parlamentares, além das ações da pauta ambiental. Nas duas matérias, o relator impôs obrigações aos outros Poderes e instâncias, pediu informações, abriu mesas de negociações.

Os casos foram encerrados no plenário. Mas falta o governo entregar os planos de combate a incêndios de 2025. Dino tem feito audiências para acompanhar o cumprimento das decisões.

Na área tributária, está pendente a conclusão do debate sobre a incidência do ISS na base de cálculo do PIS/Cofins. Este pode causar um impacto de R$ 35 bilhões em cinco anos à União. O julgamento começou em 2020 em sessão virtual, e foi ao plenário físico em agosto, mas foi suspenso sem nova data definida.

Logo em fevereiro, entre os dias 7 e 14, os ministros retomam uma discussão bilionária que envolve a Vale. Trata-se da incidência do IRPJ (Imposto de Renda da Pessoa Jurídica) e da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) sobre empresas nacionais por lucros de coligadas e controladas instaladas em países com os quais o Brasil tem tratados. O caso é avaliado em R$ 20 bilhões.

Para 2025, ainda, deve ser julgada a competência da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para regulamentar a propaganda de alimentos nocivos à saúde, especialmente a crianças e adolescentes. Cristiano Zanin já votou, em outubro, reconhecendo a competência do órgão. A análise foi interrompida por pedido de vista de Carmen Lúcia.

Na área trabalhista, a expectativa gira em torno do debate do vínculo entre motoristas de aplicativo e as empresas. Representantes de trabalhadores defendem o modelo da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) como forma de segurança.

Empresas como a Uber afirmam serem do ramo da tecnologia, não do transporte, e os motoristas são profissionais autônomos. A decisão é esperada pelo setor, porque pode pacificar mais de 10 mil processos.

STF deve julgar ações sobre bets, marco da internet e trabalho para apps em 2025

Related Posts

ECONOMIA

35,012 milhões trabalhavam de 41 a 44 horas semanais em 2025, revela Rais

ECONOMIA

Inflação desacelera a 0,67% em abril e vai a 4,39% em 12 meses

ECONOMIA

Anvisa recomenda não jogar fora os detergentes da Ypê

ECONOMIA

Novo Desenrola já tem perto de R$ 1 bilhão em dívidas renegociadas, diz ministro da Fazenda

ECONOMIA

Ypê vira alvo de embate político nas redes sociais após suspensão da Anvisa

ECONOMIA

Vorcaro soube usar 'omissão sistêmica' em favor do Master

Next Post

Paulo Miklos passa o Natal em casa após alta da UTI

ÚLTIMAS

  • Valdemar Costa Neto diz que vê Nunes Marques mais aberto a voto impresso
  • ENTRETENIMENTO
  • LIFESTYLE
  • MUNDO
  • ESPORTES
  • NOTÍCIAS
  • ECONOMIA
  • BRASIL
  • POLÍTICA
  • TECNOLOGIA

© 2025 OnSpeed Magazine

No Result
View All Result
  • ENTRETENIMENTO
  • LIFESTYLE
  • MUNDO
  • ESPORTES
  • NOTÍCIAS
  • ECONOMIA
  • BRASIL
  • POLÍTICA
  • TECNOLOGIA

© 2025 OnSpeed Magazine